Mostrando postagens com marcador hipotireoidismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador hipotireoidismo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Como reconhecer o hipotireoidismo?

O hipotireoidismo é o distúrbio da tireóide em que há uma diminuição de produção de seus hormônios (T4 e T3).
Mas quais as implicações desses hormônios diminuídos? Você saberia reconhecer uma alteração na sua tireóide?

No início, os sintomas do hipotireoidismo são muito sutis. A pessoa sente um pouco de cansaço, desânimo, falta de vontade de fazer as atividade habituais. Em geral, todos atribuem essas queixas ao estresse do dia-a-dia, ao estilo de vida inadequado que têm levado. Esses sintomas são gradativos, a maioria das pessoas se acostuma a eles e não percebe que precisa procurar ajuda.


Além desses sintomas mencionados, o indivíduo pode apresentar:
- diminuição da frequência cardíaca
- diminuição do ritmo intestinal, com obstipação
- lentificação do pensamento, com tendência a sonolência e depressão
- maior tendência a edema (inchaço) nas pernas, rosto, mãos
           ** o aumento de peso nesses pacientes é pelo próprio edema, e não por acúmulo de gordura, como muitas pessoas tentam justificar
- pele fria e seca
- diminuição da libido
- alterações menstruais nas mulheres

Se a doença não for reconhecida e demorar muito a ser tratada (em alguns casos, pode levar anos para o paciente procurar o médico), pode ser grave e fatal. O hormônio tireoideano é essencial ao bom andamento do organismo. No início, o corpo tenta se adaptar, mas a falta prolongada do hormônio pode levar até ao coma e edema generalizado, atrapalhando a função do coração, intestino, pulmões.

O diagnóstico do hipotireoidismo é facilmente feito com a dosagem do TSH (hormônio tireostimulante).
Portanto, se você reconhece esses sintomas ou conhece alguém que tem se queixado deles, é só procurar um endocrinologista e dosar o TSH! Não deixe de cuidar da sua saúde!!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Hipotireoidismo e Esporte








Por Pablo de Moraes
O hipotireoidismo foi o principal motivo dado pelo atacante Ronaldo para o encerramento de sua carreira de jogador de futebol. A coletiva de afastamento aconteceu no dia 14 de fevereiro e, nela, o esportista afirmou que estava acima do peso devido a disfunção na tireoide e que não tomava remédios para controla-la pelo fato do medicamento ser considerado dopping.

De acordo com a Dra. Laura S. Ward, vice-presidente do Departamento de Tireoide da SBEM, o jogador se equivocou ao dizer que está acima do peso por não tratar o hipotireoidismo. “Essa disfunção não engorda. O que engorda é comida. Por diminuir o metabolismo, ela pode ajudar a aumentar um pouco o peso porque o paciente gasta menos energia, mas se ele comer menos, não vai engordar. Pode acontecer, também, retenção de líquidos”, explica a especialista.

Em relação ao tratamento, a endocrinologista explica como ele deve ser feito. “Ele é realizado com a reposição do hormônio tireoidiano faltante. Administra-se a levotiroxina sintética, que é igualzinha à produzida pela tireoide. Este tratamento não é considerado dopping já que ele apenas substitui o que a glândula deixou de produzir. Aliás, o excesso de hormônio tireoidiano tem efeito deletério desempenho físico, pois diminui a força muscular”, completa.

O diagnóstico do hipotireoidismo é feito pela dosagem de TSH sérico, que se mostra elevado, enquanto o T4 livre confirma estar baixo. Os sintomas são inespecíficos. Num indivíduo jovem e um atleta, por exemplo, a diminuição de desempenho físico, lerdeza, menor capacidade de realizar esforços máximos, além dos clássicos prisão de ventre, diminuição de frequência cardíaca, lentidão de pensamentos e de reflexos podem ser considerados sinônimos.


http://www.endocrino.org.br/hipotireoidismo-e-esporte-ronaldo-fenomeno/

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Você sabe como anda sua TIREÓIDE?

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, tireóide não é uma doença, é um órgão do nosso corpo essencial ao seu bom funcionamento. A tireóide é como a "pilha"do nosso organismo. Regula a função de muitos órgãos, como o coração, cérebro, fígado, intestino, o consumo de energia, a produção de calor, etc.
Várias doenças diferentes podem acometer a tireóide. Ela pode funcionar mais que o normal (HIPERTIREOIDISMO), menos que o normal (HIPOTIREOIDISMO), pode aumentar de tamanho (BÓCIO), ter nódulos benignos ou malignos. As disfunções da tireóide podem acontecer em qualquer época da vida e são facilmente diagnosticadas.

No hipotireoidismo, a "pilha fica fraca", o paciente se queixa de cansaço, desânimo, queda de cabelo, intestino lento, frio excessivo e pode ter mais dificuldade em perder peso e irregularidade menstrual. No hipertireoidismo, é o contrário, a "pilha está muito forte" e o paciente fica agitado, nervoso, com palpitações, tremores, pele quente e facilidade em perder peso. Nos dois casos, um exame de sangue com dosagem dos hormônios faz o diagnóstico rapidamente.
Crianças também podem apresentar qualquer um desses problemas, que se refletem, principalmente, no crescimento e no desenvolvimento intelectual.

Nódulos de tireóide são um problema frequente, atualmente. Muito mais pessoas fazem ultrassonografia da tireóide e, por isso, são encontrados muito mais nódulos. A estimativa é que 60% da população normal tenha nódulos de tireóide, mas apenas 5% são malignos.
A indicação correta da ultrassonografia de tireóide seria após a palpação da tireóide e encontro de possível nódulo. Mas alguns nódulos são imperceptíveis à palpação. E se foi feito o ultrassom e encontrado nódulo, então ele deve ser investigado. Algumas características falam  mais a favor de o nódulo ser benigno ou maligno, mas só a punção com análise das células permite confirmar o diagnóstico.

Converse com seu endocrinologista, faça a palpação da tireóide e exames de rotina. A prevenção é sempre melhor!!