Apesar de terem leite entre seus ingredientes principais, sorvetes e frozen yogurts não são boa fonte de cálcio e vitamina D.
Segundo Suzy Weems, nutricionista da Universidade de Baylor e ex-chefe da Associação Americana de Dieta, esses alimentos têm cálcio junto com a vitamina D, vitamina A e algumas das vitaminas B, todos em mínimas quantidades, além de cerca de 2,5 a 3 gramas de proteína.
Além disso, têm muitas calorias. O sorvete tem cerca de 145 calorias para meia xícara do sabor baunilha e cerca de 160 para chocolate. O frozen yogurt tem menos calorias - 117 por meia xícara de baunilha - e um pouco mais de cálcio e proteína, Weems disse, mas é praticamente igual ao sorvete em termos de valor nutritivo.
Portanto, procure ter uma dieta saudável em todos os aspectos, unindo poucas calorias, principalmente as provenientes de gorduras, com boa quantidade de proteínas, vitaminas e outros minerais.
Cuide da sua alimentação e sua saúde agradecerá!
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Cálcio é mesmo tão importante para a saúde?
O cálcio é o mineral mais importante do nosso organismo. Além de ser o principal constituinte dos ossos, é essencial para muitas outras funções: contração muscular, coagulação sanguínea, transmissão de impulsos nervosos, reações químicas dentro de inúmeras células, liberação de hormônios, etcOs ossos e dentes são a principal fonte de reserva do cálcio, 99% de todo o cálcio do nosso corpo está armazenado nesses tecidos.
Para que todas as funções dependentes de cálcio sejam realizadas adequadamente, é preciso que os níveis no sangue estejam sempre dentro do ideal. Quando há falta de cálcio no sangue, o organismo precisa retirar das reservas, provocando doenças ósseas, como raquitismo e osteoporose.
A principal fonte de cálcio do organismo é a dieta. Portanto, a quantidade de cálcio na dieta deve ser adequada desde a infância, fase em que há maior formação dos ossos e dentes, até a 3a idade, quando há perda óssea e diminuição do estoque de cálcio.
As quantidades ideais diárias de cálcio para cada fase da vida estão colocadas a seguir (considerando que os indivíduos sejam saudáveis):
crianças até 8 anos - 1000mg
9 a 18 anos - 1300mg
19 a 50 anos - 1000mg
acima de 50 anos - 1200mg
* gestantes ou lactantes 14 a 18 anos - 1300mg; acima de 18 anos - 1000mg
As principais fontes de cálcio na dieta são: leite e derivados, peixes como sardinha e salmão, vegetais verdes e de folhas largas, como brócolis, couve, repolho, mostarda.
Um bom cálculo é considerar que a dieta geral nos dá 100 a 200mg de cálcio ao dia e cada copo de leite (200ml de leite, sem misturar com café), pote de iogurte ou pedaço de queijo branco (ou 2 fatias de queijo prato) tem mais 200mg de cálcio.
E é sempre importante lembrar que o cálcio depende da vitamina D para ser bem absorvido no intestino. A vitamina D tem como fonte principal o sol, mas também está presente em pequenas quantidades nos derivados de leite, ovos e fígado. Procure no supermercado produtos que tenham adição de cálcio e vitamina D, para melhorar a ingestão.
Procure seu endocrinologista e saiba quais são os exames necessários para avaliar seu cálcio e vitamina D. E converse sempre com ele sobre sua dieta, para mantê-la sempre saudável!! Cuide de você!!
sábado, 30 de outubro de 2010
Corra para o sol
Extraído da revista Runner´s World
A vitamina D é importante para a saúde dos ossos e sua deficiência pode causar doenças ósseas graves (embora raras), como o raquitismo. Além disso, a manutenção de níveis adequados de vitamina D pode trazer benefícios ainda maiores à saúde, incluindo menor risco de câncer, diabetes e doenças cardíacas, além da melhora no desempenho esportivo. "Com suficiente vitamina D", aponta o médico John J. Cannell, presidente do da ONG californiana Vitamin D Council, "você correrá mais e mais rápido, poderá se recuperar com mais rapidez e se machucará menos".
A deficiência de vitamina D não apresenta quase nenhum sintoma, portanto uma das únicas formas de saber se você tem a quantidade adequada no organismo é fazendo um exame de sangue. Corredores que vivem no sul e sudeste do Brasil, onde o sol no inverno muitas vezes não é forte o bastante para produzir a vitamina, correm maior risco que os outros. Pessoas que usam bloqueador solar, que passam muito tempo em ambientes fechados ou de pele morena (a maior pigmentação funciona como um filtro solar natural) também têm risco de apresentar deficiência. A deficiência de vitamina D é uma epidemia mundial da atualidade.
As orientações oficiais atuais são de que adultos com até 50 anos de idade consumam 200 unidades internacionais (em inglês, International Units: IU) de vitamina D por dia (o equivalente a 90 g de atum enlatado); aqueles na faixa etária de 51 a 70 anos precisam de 400 IU. Mas, muitos especialistas acreditam que isso não chega nem perto do bastante. "As recomendações precisam ser revistas," diz Michael F. Holick, professor de medicina, fisiologia e biofísica na Universidade de Boston. Holick recomenda ingerir entre 200 e 400 IU de vitamina D por dia por meio da alimentação.
Embora não existam muitos alimentos ricos na vitamina, já começam a ser lançados no Brasil alguns produtos enriquecidos com o nutriente (veja quadro abaixo). "Como até os alimentos mais ricos contêm apenas algumas centenas de IU, os corredores deveriam pensar em ingerir um suplemento diário de vitamina D com 2 000 IU", aconselha Holick.
Holick sugere exposição moderada ao sol: de 10 a 15 minutos nos horários mais quentes, entre o fim da manhã e o meio da tarde, duas ou três vezes por semana, especialmente nos meses mais quentes do ano. (Aconselha, porém, a proteger as mãos e o rosto com filtro solar, pois eles são mais suscetíveis aos danos causados pelos raios ultravioletas.) Nesse período, é possível produzir de 1000 a 3000 IU de vitamina D, que ficará armazenada em seu organismo por mais tempo do que a vitamina conseguida por alimentos ou suplementos. "Existe pouca evidência de que a exposição moderada ao sol aumente o risco de câncer de pele", afirmam Holick e outros especialistas. Ainda assim, a American Academy of Dermatology, que recentemente reconheceu que a proteção solar pode causar deficiência de vitamina D, não incentiva a exposição ao sol como maneira de aumentar os níveis do mineral e recomenda a obtenção de vitamina D por alimentos e suplementos.
Leia a reportagem completa: http://runnersworld.abril.com.br/materias/vitamina/
A vitamina D é importante para a saúde dos ossos e sua deficiência pode causar doenças ósseas graves (embora raras), como o raquitismo. Além disso, a manutenção de níveis adequados de vitamina D pode trazer benefícios ainda maiores à saúde, incluindo menor risco de câncer, diabetes e doenças cardíacas, além da melhora no desempenho esportivo. "Com suficiente vitamina D", aponta o médico John J. Cannell, presidente do da ONG californiana Vitamin D Council, "você correrá mais e mais rápido, poderá se recuperar com mais rapidez e se machucará menos".
A vitamina D pode turbinar seu desempenho na corrida, mas é provável que você esteja com níveis baixos desse nutriente
A deficiência de vitamina D não apresenta quase nenhum sintoma, portanto uma das únicas formas de saber se você tem a quantidade adequada no organismo é fazendo um exame de sangue. Corredores que vivem no sul e sudeste do Brasil, onde o sol no inverno muitas vezes não é forte o bastante para produzir a vitamina, correm maior risco que os outros. Pessoas que usam bloqueador solar, que passam muito tempo em ambientes fechados ou de pele morena (a maior pigmentação funciona como um filtro solar natural) também têm risco de apresentar deficiência. A deficiência de vitamina D é uma epidemia mundial da atualidade.
As orientações oficiais atuais são de que adultos com até 50 anos de idade consumam 200 unidades internacionais (em inglês, International Units: IU) de vitamina D por dia (o equivalente a 90 g de atum enlatado); aqueles na faixa etária de 51 a 70 anos precisam de 400 IU. Mas, muitos especialistas acreditam que isso não chega nem perto do bastante. "As recomendações precisam ser revistas," diz Michael F. Holick, professor de medicina, fisiologia e biofísica na Universidade de Boston. Holick recomenda ingerir entre 200 e 400 IU de vitamina D por dia por meio da alimentação.
Embora não existam muitos alimentos ricos na vitamina, já começam a ser lançados no Brasil alguns produtos enriquecidos com o nutriente (veja quadro abaixo). "Como até os alimentos mais ricos contêm apenas algumas centenas de IU, os corredores deveriam pensar em ingerir um suplemento diário de vitamina D com 2 000 IU", aconselha Holick.
Holick sugere exposição moderada ao sol: de 10 a 15 minutos nos horários mais quentes, entre o fim da manhã e o meio da tarde, duas ou três vezes por semana, especialmente nos meses mais quentes do ano. (Aconselha, porém, a proteger as mãos e o rosto com filtro solar, pois eles são mais suscetíveis aos danos causados pelos raios ultravioletas.) Nesse período, é possível produzir de 1000 a 3000 IU de vitamina D, que ficará armazenada em seu organismo por mais tempo do que a vitamina conseguida por alimentos ou suplementos. "Existe pouca evidência de que a exposição moderada ao sol aumente o risco de câncer de pele", afirmam Holick e outros especialistas. Ainda assim, a American Academy of Dermatology, que recentemente reconheceu que a proteção solar pode causar deficiência de vitamina D, não incentiva a exposição ao sol como maneira de aumentar os níveis do mineral e recomenda a obtenção de vitamina D por alimentos e suplementos.
Leia a reportagem completa: http://runnersworld.abril.com.br/materias/vitamina/
terça-feira, 27 de julho de 2010
Prevenindo a osteoporose
Para melhorar a qualidade de vida e manter-se saudável, o ideal é ter sempre equilíbrio e prevenir doenças, inclusive a osteoporose.
A osteoporose é uma epidemia silenciosa que pode ser combatida. É uma doença que não envolve apenas a velhice, como é comum pensar. A infância também é determinante na sua evolução e a prevenção deve começar desde cedo. A massa óssea depende do pico atingido na adolescência e início da vida adulta, e esse pico depende da nutrição e atividade física desde a primeira infância. Se a alimentação é deficiente, a perda de massa óssea já começa de um patamar mais baixo...
Entendendo o processo
Para entender como a osteoporose acontece, é importante entender o metabolismo ósseo.
Nossos ossos armazenam quase todo o cálcio do organismo, apenas 1% do cálcio está livre circulando. Quando o corpo precisa de cálcio, retira dos ossos. Uma boa explicação para entender como isso funciona foi dada pelo Dr. Luiz Henrique de Gregório, vice-presidente do Departamento de Metabolismo Ósseo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM): "São milhares de unidades de remodelação óssea, enquanto uma célula destrói a outra reconstrói. É como um queijo. As células são ratinhos que comem pequenos pedaços. Em seguida, vem outro (ratinho construtor) e tapa esse mesmo buraco, formando um queijo novo.
A osteoporose é o desequilíbrio desse processo, a remodelação não consegue acompanhar a velocidade da absorção, deixando o osso frágil. A destruição supera a reconstrução. Se uma quantidade suficiente de cálcio for armazenada ao longo da vida, essa perda será superada."
Alimentação
A melhor fonte de cálcio é o leite e seus derivados. A ingestão ideal varia de acordo com a faixa etária.
Valores recomendados pela Food and Nutrition Board (1997) para o consumo diário:
1 copo de leite = 250mg de cálcio, 1 copo de iogurte = 300mg e 1 fatia de queijo = 300mg

Mas, ultimamente, a dieta dos jovens tem mudado bastante, trocando o leite e derivados por refrigerantes e sucos industrializados. Pesquisas feitas nos Estados Unidos mostram que só 35% dos adolescentes consomem o mínimo diário necessário de cálcio.
É fundamental corrigir os hábitos alimentares dos jovens e estimular a ingestão de laticíneos, protegendo-os do risco de fraturas no futuro. E os adultos e idosos também deve atentar à quantidade ingerida, para evitar perdas também nessa fase.
Exposição solar
O sol é uma das principais fontes de vitamina D do organismo e um dos itens importantes para a prevenção da osteoporose. Para que haja uma produção adequada de vitamina D, o ideal é uma exposição ao sol de 15 a 20 minutos ao dia, sem protetor solar. E o organismo não acumula os efeitos dos raios solares, a exposição deve ser diária.
Poucos alimentos também podem ser fonte de vitamina D, como peixes, mas a quantidade é muitíssimo pequena.
O maior problema na produção de vitamina D, atualmente, é o uso excessivo de filtros solares e a pouca exposição ao sol. A maioria dos jovens passa mais tempo em casa, atrás do computador ou televisão, e não ao ar livre, dando ao corpo a chance de produzir vitamina D.
A vitamina D é essencial para facilitar a absorção de cálcio no intestino, controlando o metabolismo ósseo, mas também é importante para manter a força muscular, diminuindo o risco de quedas.
Atividade Física
A atividade física também é essencial à formação da massa óssea. É como se ao fazer uma atividade de impacto ocorressem microfraturas no esqueleto, que estimulam o processo de remodelação óssea, levando à formação de ossos mais fortes. Alguns exercícios são melhores que outros, de acordo com o impacto. A natação não é o exercício mais indicado para a osteoporose, a água elimina o impacto que provoca os microtraumas. Mas ajuda de qualquer maneira, porque melhora a força muscular, a coordenação motora e o equilíbrio, diminuindo as quedas.
Se o indivíduo não faz atividade na infância ou adolescência também não formará um bom pico de massa óssea, porque não estimula essa atividade no organismo. Na fase adulta, as atividades físicas regulares funcionam como prevenção de perda. Quem é sedentário perde mais massa óssea.

Assim como o sol, os efeitos da prática da atividade física também não são cumulativos. Pesquisas comprovam que mesmo os atletas que param totalmente suas atividades não serão beneficiados em relação à prevenção da osteoporose.
A prevenção de doenças é a melhor maneira de manter sua qualidade de vida e ser sempre feliz! Mudar hábitos e adotar um estilo de vida saudável é um investimento para o futuro. Cuide de você!
A osteoporose é uma epidemia silenciosa que pode ser combatida. É uma doença que não envolve apenas a velhice, como é comum pensar. A infância também é determinante na sua evolução e a prevenção deve começar desde cedo. A massa óssea depende do pico atingido na adolescência e início da vida adulta, e esse pico depende da nutrição e atividade física desde a primeira infância. Se a alimentação é deficiente, a perda de massa óssea já começa de um patamar mais baixo...
Entendendo o processo
Para entender como a osteoporose acontece, é importante entender o metabolismo ósseo.
Nossos ossos armazenam quase todo o cálcio do organismo, apenas 1% do cálcio está livre circulando. Quando o corpo precisa de cálcio, retira dos ossos. Uma boa explicação para entender como isso funciona foi dada pelo Dr. Luiz Henrique de Gregório, vice-presidente do Departamento de Metabolismo Ósseo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM): "São milhares de unidades de remodelação óssea, enquanto uma célula destrói a outra reconstrói. É como um queijo. As células são ratinhos que comem pequenos pedaços. Em seguida, vem outro (ratinho construtor) e tapa esse mesmo buraco, formando um queijo novo.
A osteoporose é o desequilíbrio desse processo, a remodelação não consegue acompanhar a velocidade da absorção, deixando o osso frágil. A destruição supera a reconstrução. Se uma quantidade suficiente de cálcio for armazenada ao longo da vida, essa perda será superada."
Alimentação
A melhor fonte de cálcio é o leite e seus derivados. A ingestão ideal varia de acordo com a faixa etária.
Valores recomendados pela Food and Nutrition Board (1997) para o consumo diário:
| Idade |
Cálcio (mg)
| |
| 3-8 |
800
| |
| 9-17 |
1300
| |
| 18-50 |
1000
| |
| 51-70 |
1200
| |
| > 70 |
1200
|
1 copo de leite = 250mg de cálcio, 1 copo de iogurte = 300mg e 1 fatia de queijo = 300mg

Mas, ultimamente, a dieta dos jovens tem mudado bastante, trocando o leite e derivados por refrigerantes e sucos industrializados. Pesquisas feitas nos Estados Unidos mostram que só 35% dos adolescentes consomem o mínimo diário necessário de cálcio.
É fundamental corrigir os hábitos alimentares dos jovens e estimular a ingestão de laticíneos, protegendo-os do risco de fraturas no futuro. E os adultos e idosos também deve atentar à quantidade ingerida, para evitar perdas também nessa fase.
Exposição solar
O sol é uma das principais fontes de vitamina D do organismo e um dos itens importantes para a prevenção da osteoporose. Para que haja uma produção adequada de vitamina D, o ideal é uma exposição ao sol de 15 a 20 minutos ao dia, sem protetor solar. E o organismo não acumula os efeitos dos raios solares, a exposição deve ser diária.
Poucos alimentos também podem ser fonte de vitamina D, como peixes, mas a quantidade é muitíssimo pequena.
O maior problema na produção de vitamina D, atualmente, é o uso excessivo de filtros solares e a pouca exposição ao sol. A maioria dos jovens passa mais tempo em casa, atrás do computador ou televisão, e não ao ar livre, dando ao corpo a chance de produzir vitamina D.
A vitamina D é essencial para facilitar a absorção de cálcio no intestino, controlando o metabolismo ósseo, mas também é importante para manter a força muscular, diminuindo o risco de quedas.
Atividade Física
A atividade física também é essencial à formação da massa óssea. É como se ao fazer uma atividade de impacto ocorressem microfraturas no esqueleto, que estimulam o processo de remodelação óssea, levando à formação de ossos mais fortes. Alguns exercícios são melhores que outros, de acordo com o impacto. A natação não é o exercício mais indicado para a osteoporose, a água elimina o impacto que provoca os microtraumas. Mas ajuda de qualquer maneira, porque melhora a força muscular, a coordenação motora e o equilíbrio, diminuindo as quedas.
Se o indivíduo não faz atividade na infância ou adolescência também não formará um bom pico de massa óssea, porque não estimula essa atividade no organismo. Na fase adulta, as atividades físicas regulares funcionam como prevenção de perda. Quem é sedentário perde mais massa óssea.

Assim como o sol, os efeitos da prática da atividade física também não são cumulativos. Pesquisas comprovam que mesmo os atletas que param totalmente suas atividades não serão beneficiados em relação à prevenção da osteoporose.
A prevenção de doenças é a melhor maneira de manter sua qualidade de vida e ser sempre feliz! Mudar hábitos e adotar um estilo de vida saudável é um investimento para o futuro. Cuide de você!
sábado, 19 de junho de 2010
Vitamina D
A vitamina D é essencial para a manutenção de uma boa saúde. Essa vitamina é, na verdade, um hormônio produzido pelo próprio organismo, com função principal de regular o metabolismo dos ossos e músculos.
A fonte principal da vitamina D é a produção pela pele, por ação dos raios ultravioletas solares. A exposição diária ao sol, por ao menos 20 minutos, sem protetor solar, consegue manter uma produção adequada da vitamina. Portanto, a produção varia muito durante o ano, sendo muito maior no verão, e depende de fatores como a latitude, cor da pele, idade (pessoas mais idosas não conseguem produzir quantidades adequadas).
Deficiência de vitamina D pode causar um distúrbio raro, conhecido como raquitismo nas crianças e osteomalácia nos adultos, além de piorar a perda óssea na osteoporose. O raquitismo se manifesta com atraso no fechamento da moleira nos recém-nascidos, desmineralização óssea, pernas tortas e outros sinais relacionados com estrutura óssea. A osteomalácia nos adultos provoca ossos fracos e moles, com maior risco de fraturas. A doença óssea é causada porque não existe uma quantidade suficiente de cálcio e fósforo disponível para manter os ossos saudáveis.
Sempre deve ser feita a dosagem de vitamina D na investigação de fraturas, deformidades ósseas e osteoporose. O exame adequado para verificar a reserva da vitamina no organismo é a dosagem da 25OH vitamina D e o nível considerado seguro é acima de 30ng/mL.
Uma vez diagnosticada a deficiência da vitamina, essa deve ser corrigida. É essencial aumentar a exposição solar e iniciar a reposição farmacológica com colecalciferol, o precursor da forma ativa da vitamina D. Para deficiências mais leves, as doses podem ser mais baixas, como 7.000Ui/semana, mas casos mais graves devem receber uma dose de ataque, como 50.000U/semana por 8 semanas e uma dose de manutenção mais baixa após. O medicamento é facilmente manipulado e, atualmente, pode ser encontrado em farmácias também (com uma concentração menor), sendo administrado em gotas uma vez por semana. Além de diminuir as fraturas, a reposição de vitamina D diminui as quedas entre os idosos.
Não deixe de dosar sua vitamina D!!!
A fonte principal da vitamina D é a produção pela pele, por ação dos raios ultravioletas solares. A exposição diária ao sol, por ao menos 20 minutos, sem protetor solar, consegue manter uma produção adequada da vitamina. Portanto, a produção varia muito durante o ano, sendo muito maior no verão, e depende de fatores como a latitude, cor da pele, idade (pessoas mais idosas não conseguem produzir quantidades adequadas).
Alguns alimentos também contém vitamina D, como sardinha, salmão, óleo de fígado de bacalhau e a gema de ovo. Nos Estados Unidos, é obrigatória a suplementação de vitamina D em vários alimentos, como cereais, sucos e produtos lácteos.
A principal função da vitamina D é melhorar a absorção de cálcio e fósforo no intestino, essenciais para a formação dos ossos e dentes, tanto em crianças quanto adultos. Além disso, a vitamina D é importante para aumentar a força muscular, preservar células produtoras de insulina do pâncreas, prevenindo o diabetes, proteger contra alguns tipos de câncer e ativar o sistema imunológico (sistema de defesa do organismo).
A deficiência da vitamina D é hoje uma epidemia mundial. O uso de filtros solares e a pouca exposição ao sol (a maioria das pessoas está sempre dentro de casa, do escritório, do carro, protegidos do sol pelos vidros) são causa de deficiência mesmo em pessoas jovens e em países tropicais, como o Brasil.
Mas os mais acometidos são os idosos que, além de terem menor produção pela pele, saem menos de casa, muitos ainda acamados ou institucionalizados. Outros pacientes de risco são portadores de doenças renais ou do fígado, que alteram a ativação da vitamina D e, consequentemente, sua ação adequada.
Sempre deve ser feita a dosagem de vitamina D na investigação de fraturas, deformidades ósseas e osteoporose. O exame adequado para verificar a reserva da vitamina no organismo é a dosagem da 25OH vitamina D e o nível considerado seguro é acima de 30ng/mL.
Uma vez diagnosticada a deficiência da vitamina, essa deve ser corrigida. É essencial aumentar a exposição solar e iniciar a reposição farmacológica com colecalciferol, o precursor da forma ativa da vitamina D. Para deficiências mais leves, as doses podem ser mais baixas, como 7.000Ui/semana, mas casos mais graves devem receber uma dose de ataque, como 50.000U/semana por 8 semanas e uma dose de manutenção mais baixa após. O medicamento é facilmente manipulado e, atualmente, pode ser encontrado em farmácias também (com uma concentração menor), sendo administrado em gotas uma vez por semana. Além de diminuir as fraturas, a reposição de vitamina D diminui as quedas entre os idosos.
Não deixe de dosar sua vitamina D!!!
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