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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cuidados em casa para quem tem osteoporose

A osteoporose é uma doença cada vez mais comum e se caracteriza pela fragilidade óssea, com aumento do risco de fraturas. Muitas  vezes, as fraturas ocorrem dentro de casa, em situações corriqueiras.

Falta de corrimão em escadas e barras de apoio em banheiros, desníveis dentro da casa, pisos escorregadios e iluminação inadequada estão entre os principais erros em relação à segurança para o paciente com osteoporose.
Até com os animais de estimação deve haver mais atenção. Eles podem cruzar o caminho e provocar quedas.

Veja algumas dicas para evitar problemas dentro de casa:

1) Banheiro
- instalar barras de segurança no box e ao lado do vaso sanitário
- colocar piso antiderrapante, principalmente dentro do box
- deixar uma cadeira dentro do box, para ajudar no equilíbrio durante o banho
- posicionar torneiras em local de fácil alcance
- não trancar as portas, para facilitar o socorro no caso de acidentes

2) Quarto
- retirar tapetes soltos e móveis baixos
- interruptores devem estar próximos à porta
- manter telefones a um fácil acesso
- a cama e outros móveis devem ter uma altura que permita que a pessoa mantenha os pés no chão quando sentada
- utilizar lâmpadas que brilham no escuro em locais estratégicos do quarto e corredores
- manter itens de uso frequente longe de obstáculos

3) Cozinha
- colocar tapetes antiderrapantes perto da pia e fogão
- manter o chão sempre seco
- deixar utensílios e alimentos em locais de fácil alcance
- manter itens mais pesados em locais mais baixos

4) Corredores e escadas
- manter sempre bem iluminados
- as portas devem ser largas
- instalar luzes noturnas
- não encerar o piso
- tapetes e carpetes de fios baixos são mais seguros; fixá-los com fita adesiva própria
- instalar corrimão dos dois lados da escada
- evitar subir as escadas com pés descalços, para não escorregar

5) outros
- remover fios soltos, cordas, etc
- não deixar objetos amontoados ou soltos pela casa
- usar calçados firmes e com sola de borracha
- instalar sensores que acendam as luzes com o movimento
- se usar bengala, ter sempre a ponta de borracha
- ter uma lanterna com fácil acesso, para casos de queda de energia

A prevenção de quedas é o fator principal para evitar as fraturas. Cuide da sua saúde!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Tratar a osteoporose tem cada vez mais benefícios

  
Medicamento para osteoporose faz paciente viver mais

Pesquisa mostrou aumento da longevidade no grupo de pessoas que tomou os remédios por três anos

MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO

Quem toma bisfosfonatos, classe de remédios mais usada no tratamento da osteoporose, pode ter um benefício extra: cinco anos a mais de vida em comparação aos que usam outros medicamentos para o mesmo problema.
A conclusão é de uma pesquisa australiana do Garvan Institute of Medical Research de Sidney, publicada no "Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism".

Os resultados se basearam num estudo feito na cidade de Dubbo, no País de Gales, com mais de 2.000 pessoas acima de 60 anos. Entre elas, um grupo de 121 pacientes se tratou com bisfosfonatos por três anos. Em comparação com outros grupos que utilizavam diferentes formas de tratamento, como vitamina D ou hormônios, o primeiro teve maior expectativa de vida.

Uma das hipóteses para o resultado, segundo os pesquisadores, está ligada ao fato de que o osso atua como repositório de metais pesados tóxicos, como o chumbo. Quando a pessoa envelhece e perde massa óssea, essas substâncias seriam liberadas no corpo, afetando a saúde. A prevenção da perda óssea com a droga também poderia impedir isso.

Para Rosa Maria Rodrigues Pereira, responsável pelo ambulatório de osteoporose do Hospital das Clínicas, essa justificativa é teoria nova. O que se sabe, diz Pereira, é que o bisfosfonato reduz o risco de fraturas e, portanto, aumenta a sobrevida. "As fraturas levam à internação, que pode causar infecções de pulmão e outras doenças", afirma.
Ari Halpern, reumatologista do Albert Einstein, concorda. Para ele, o estudo demonstra que o remédio é eficaz contra as fraturas graves. "Esses resultados apontam que os bisfosfonatos não reduzem o problema apenas nos exames e na densidade óssea, mas têm impacto na qualidade de vida", afirma. Mas, segundo ele, não há nenhum estudo que afirme que os bisfosfonatos são mais eficazes que outros tipos de tratamento.


POLÊMICA
Um dos efeitos colaterais do medicamento é irritação no esôfago e no estômago. No ano passado, uma pesquisa publicada no "British Medical Journal" apontou que o remédio pode dobrar o risco de câncer de esôfago. Um mês antes, um estudo da Universidade de Oxford negava essa relação.

Ari Halpern diz que os efeitos do remédio nessa região do corpo podem ser evitados com algumas medidas.
Algumas delas são tomar o remédio em jejum com um copo cheio d'água, não comer nada depois de duas horas nem deitar-se logo em seguida, para não ter refluxo.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Novo tratamento para osteoporose

 

"Cadeira elétrica" é testada para osteoporose

Estofado criado por pesquisadores da USP e da Unifesp emite carga elétrica para estimular regeneração óssea


Vinícius Oliveira/Folhapress



HÉLIA ARAUJO
DE RIBEIRÃO PRETO

Uma cadeira que emite sinais elétricos está sendo testada em São Paulo no tratamento para a osteoporose.
O equipamento foi desenvolvido por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) de São Carlos e da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Hoje, o tratamento da osteoporose é feito com remédios e exercícios físicos.
A nova tecnologia produz sinais elétricos que atingem diretamente os ossos mais prejudicados pela doença: fêmur, coluna e bacia. Duas placas metálicas ficam escondidas sob um estofado. Para realizar o tratamento, o paciente deve permanecer sentado na cadeirinha por 20 minutos após acionar um botão. As duas placas formam um campo elétrico, que age nos ossos durante esse tempo. Não há dor.
Ao todo, são cinco sessões por semana e, quando o tratamento é concluído, o aparelho avisa.

Segundo a fisioterapeuta da Unifesp Ana Paula Lirani Galvão, quando o campo elétrico atinge os ossos, algumas células do organismo captam os sinais e estimulam a formação de uma nova massa óssea, o que faz aumentar a absorção de cálcio. Em uma pessoa sem osteoporose, os ossos têm células que captam sinais mecânicos - gerados, por exemplo, pela ação de andar ou correr - e mandam carga elétrica para outras células responsáveis por formar mais ossos.
"Ao longo da vida, perdemos essas células que captam os sinais e também fazemos menos atividades que produzem essa energia, o que provoca o enfraquecimento dos ossos."

O objetivo da nova técnica é criar os sinais elétricos que o corpo deixou de mandar e, assim, estimular a formação da nova massa óssea.

Os primeiros testes foram feitos há seis anos em ratos e os resultados foram positivos. Agora, os testes estão sendo feitos em cem idosos que estão internados em três asilos de São Paulo - 40 deles sob efeito placebo, ou seja, sem efeitos reais.
"Os testes em humanos [que começaram há seis meses] ainda não foram concluídos, mas pela experiência com os ratos, acreditamos que serão positivos."

terça-feira, 27 de julho de 2010

Prevenindo a osteoporose

Para melhorar a qualidade de vida e manter-se saudável, o ideal é ter sempre equilíbrio e prevenir doenças, inclusive a osteoporose.

A osteoporose é uma epidemia silenciosa que pode ser combatida. É uma doença que não envolve apenas a velhice, como é comum pensar. A infância também é determinante na sua evolução e a prevenção deve começar desde cedo. A massa óssea depende do pico atingido na adolescência e início da vida adulta, e esse pico depende da nutrição e atividade física desde a primeira infância. Se a alimentação é deficiente, a perda de massa óssea já começa de um patamar mais baixo... 

Entendendo o processo

Para entender como a osteoporose acontece, é importante entender o metabolismo ósseo.
Nossos ossos armazenam quase todo o cálcio do organismo, apenas 1% do cálcio está livre circulando. Quando o corpo precisa de cálcio, retira dos ossos. Uma boa explicação para entender como isso funciona foi dada pelo Dr. Luiz Henrique de Gregório, vice-presidente do Departamento de Metabolismo Ósseo da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM): "São milhares de unidades de remodelação óssea, enquanto uma célula destrói a outra reconstrói. É como um queijo. As células são ratinhos que comem pequenos pedaços. Em seguida, vem outro (ratinho construtor) e tapa esse mesmo buraco, formando um queijo novo.
A osteoporose é o desequilíbrio desse processo, a remodelação não consegue acompanhar a velocidade da absorção, deixando o osso frágil. A destruição supera a reconstrução. Se uma quantidade suficiente de cálcio for armazenada ao longo da vida, essa perda será superada." 

Alimentação

A melhor fonte de cálcio é o leite e seus derivados. A ingestão ideal varia de acordo com a faixa etária.
Valores recomendados pela Food and Nutrition Board (1997)  para o consumo diário:

Idade
Cálcio (mg)

3-8
800

9-17
1300

18-50
1000

51-70
1200

> 70
1200


 1 copo de leite = 250mg de cálcio, 1 copo de iogurte = 300mg e 1 fatia de queijo = 300mg

Mas, ultimamente, a dieta dos jovens tem mudado bastante, trocando o leite e derivados por refrigerantes e sucos industrializados. Pesquisas feitas nos Estados Unidos mostram que só 35% dos adolescentes consomem o mínimo diário necessário de cálcio.
É fundamental corrigir os hábitos alimentares dos jovens e estimular a ingestão de laticíneos, protegendo-os do risco de fraturas no futuro. E os adultos e idosos também deve atentar à quantidade ingerida, para evitar perdas também nessa fase. 

Exposição solar

O sol é uma das principais fontes de vitamina D do organismo e um dos itens importantes para a prevenção da osteoporose. Para que haja uma produção adequada de vitamina D, o ideal é uma exposição ao sol de 15 a 20 minutos ao dia, sem protetor solar. E o organismo não acumula os efeitos dos raios solares, a exposição deve ser diária.
Poucos alimentos também podem ser fonte de vitamina D, como peixes, mas a quantidade é muitíssimo pequena.

O maior problema na produção de vitamina D, atualmente, é o uso excessivo de filtros solares e a pouca exposição ao sol. A maioria dos jovens passa mais tempo em casa, atrás do computador ou televisão, e não ao ar livre, dando ao corpo a chance de produzir vitamina D. 

A vitamina D é essencial para facilitar a absorção de cálcio no intestino, controlando o metabolismo ósseo, mas também é importante para manter a força muscular, diminuindo o risco de quedas. 

Atividade Física

A atividade física também é essencial à formação da massa óssea. É como se ao fazer uma atividade de impacto ocorressem microfraturas no esqueleto, que estimulam o processo de remodelação óssea, levando à formação de ossos mais fortes. Alguns exercícios são melhores que outros, de acordo com o impacto. A natação não é o exercício mais indicado para a osteoporose, a água elimina o impacto que provoca os microtraumas. Mas ajuda de qualquer maneira, porque melhora a força muscular, a coordenação motora e o equilíbrio, diminuindo as quedas.

Se o indivíduo não faz atividade na infância ou adolescência também não formará um bom pico de massa óssea, porque não estimula essa atividade no organismo. Na fase adulta, as atividades físicas regulares funcionam como prevenção de perda. Quem é sedentário perde mais massa óssea.

Assim como o sol, os efeitos da prática da atividade física também não são cumulativos. Pesquisas comprovam que mesmo os atletas que param totalmente suas atividades não serão beneficiados em relação à prevenção da osteoporose.




A prevenção de doenças é a melhor maneira de manter sua qualidade de vida e ser sempre feliz! Mudar hábitos e adotar um estilo de vida saudável é um investimento para o futuro. Cuide de você!

sábado, 19 de junho de 2010

Vitamina D

A vitamina D é essencial para a manutenção de uma boa saúde. Essa vitamina é, na verdade, um hormônio produzido pelo próprio organismo, com função principal de regular o metabolismo dos ossos e músculos.

A fonte principal da vitamina D é a produção pela pele, por ação dos raios ultravioletas solares. A exposição diária ao sol, por ao menos 20 minutos, sem protetor solar, consegue manter uma produção adequada da vitamina. Portanto, a produção varia muito durante o ano, sendo muito maior no verão, e depende de fatores como a latitude, cor da pele, idade (pessoas mais idosas não conseguem produzir quantidades adequadas).
Alguns alimentos também contém vitamina D, como sardinha, salmão, óleo de fígado de bacalhau e a gema de ovo. Nos Estados Unidos, é obrigatória a suplementação de vitamina D em vários alimentos, como cereais, sucos e produtos lácteos.

A principal função da vitamina D é melhorar a absorção de cálcio e fósforo no intestino, essenciais para a formação dos ossos e dentes, tanto em crianças quanto adultos. Além disso, a vitamina D é importante para aumentar a força muscular, preservar células produtoras de insulina do pâncreas, prevenindo o diabetes, proteger contra alguns tipos de câncer e ativar o sistema imunológico (sistema de defesa do organismo).

A deficiência da vitamina D é hoje uma epidemia mundial. O uso de filtros solares e a pouca exposição ao sol (a maioria das pessoas está sempre dentro de casa, do escritório, do carro, protegidos do sol pelos vidros) são causa de deficiência mesmo em pessoas jovens e em países tropicais, como o Brasil.
Mas os mais acometidos são os idosos que, além de terem menor produção pela pele, saem menos de casa, muitos ainda acamados ou institucionalizados. Outros pacientes de risco são portadores de doenças renais ou do fígado, que alteram a ativação da vitamina D e, consequentemente, sua ação adequada.

Deficiência de vitamina D pode causar um distúrbio raro, conhecido como raquitismo nas crianças e osteomalácia nos adultos, além de piorar a perda óssea na osteoporose. O raquitismo se manifesta com atraso no fechamento da moleira nos recém-nascidos, desmineralização óssea, pernas tortas e outros sinais relacionados com estrutura óssea. A osteomalácia nos adultos provoca ossos fracos e moles, com maior risco de fraturas. A doença óssea é causada porque não existe uma quantidade suficiente de cálcio e fósforo disponível para manter os ossos saudáveis.
Sempre deve ser feita a dosagem de vitamina D na investigação de fraturas, deformidades ósseas e osteoporose. O exame adequado para verificar a reserva da vitamina no organismo é a dosagem da 25OH vitamina D e o nível considerado seguro é acima de 30ng/mL.

Uma vez diagnosticada a deficiência da vitamina, essa deve ser corrigida. É essencial aumentar a exposição solar e iniciar a reposição farmacológica com colecalciferol, o precursor da forma ativa da vitamina D. Para deficiências mais leves, as doses podem ser mais baixas, como 7.000Ui/semana, mas casos mais graves devem receber uma dose de ataque, como 50.000U/semana por 8 semanas e uma dose de manutenção mais baixa após. O medicamento é facilmente manipulado e, atualmente, pode ser encontrado em farmácias também (com uma concentração menor), sendo administrado em gotas uma vez por semana. Além de diminuir as fraturas, a reposição de vitamina D diminui as quedas entre os idosos.

Não deixe de dosar sua vitamina D!!!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Você conhece a osteoporose?

O que é osteoporose?

Osteoporose é uma doença óssea que deixa os ossos frágeis e mais susceptíveis a fraturas. É  uma doença comum, que acomete 1/3 das mulheres de 60 a 70 anos e 2/3 das mulheres com mais de 80 anos.
A osteoporose é uma doença silenciosa, assintomática até que ocorram as fraturas. Os principais locais de fratura são: punho, úmero (braço), coluna vertebral, costelas e, principalmente, colo do fêmur. Nos EUA, ocorrem, aproximadamente, 1,5milhões de fraturas por osteoporose ao ano. Apesar disso, uma em cada cinco mulheres com fratura não tem o diagnóstico de osteoporose investigado.

Quem pode ter osteoporose?

Essa não é uma doença só de mulheres, pode ocorrer nos dois sexos, apesar de ser 4 vezes mais comum no sexo feminino.
Os fatores de risco para desenvolver osteoporose são:
  1. história familiar de osteoporose (fator principal)
  2. raça branca
  3. mulheres após menopausa
  4. idosos (mulheres >65a e homens >70a)
  5. peso muito baixo
  6. sedentarismo
  7. dieta deficiente em cálcio ou vitamina D
  8. tabagismo
  9. etilismo (>2 doses álcool ao dia)
  10. fratura prévia
  11. uso prolongado de alguns medicamentos (corticóides, anticonvulsivantes, heparina, etc)
Como saber se eu tenho osteoporose?

O exame que melhor diagnostica a osteoporose é a densitometria óssea. Outros exames podem mostrar diminuição da massa óssea, como raio X, tomografia computadorizada, ultrassom do calcâneo, mas a gravidade da doença e acompanhamento do tratamento devem ser feitos pela densitometria.


Como evitar e tratar a osteoporose?

A osteoporose não faz parte do processo normal de envelhecimento, é um desequilíbrio na formação e reabsorção óssea.
O primeiro passo para previni-la é na infância, quando a formação é maior que a reabsorção. Uma ingestão adequada de cálcio e vitamina D e atividade física regular possibilitam aos ossos atingir sua densidade máxima. Na vida adulta, os dois processos entram em equilíbrio, mas dieta adequada e atividade física são essenciais para manter a formação ideal.
Após a menopausa, há uma diminuição importante na formação óssea, assim como nos idosos de ambos os sexos. Nesse período, podem ser usados vários medicamentos, como a terapia de reposição hormonal (desde que sem contra indicações) e os bisfosfonatos (por exemplo, o Alendronato de sódio), que ajudam a manter o cálcio nos ossos. Mesmo nessa fase, é essencial bom aporte de cálcio e vitamina D e atividade física regular.
A principal fonte de cálcio é o leite e seus derivados (queijo, iogurte), sempre dando preferência aos desnatados, para evitar o excesso de gorduras. A vitamina D é pouco encontrada em alimentos, e sua produção ocorre em nossa pele, após exposição solar. Pode ser necessário repor cálcio e vitamina D, se a ingestão não for a ideal.
Além do tratamento medicamentoso e dietético da osteoporose, é importantíssimo evitar as quedas. Exercícios par o equilíbrio, fortalecimento muscular, uso de apoios, como bengalas, e correção de déficit visuais diminuem o risco de cair.

Existem, ainda, outras raras causas de osteoporose que devem ser investigadas antes de ser iniciado o tratamento. Portanto, procure sempre um médico especializado nesse assunto para fazer seu acompanhamento!