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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Metade dos americanos será obesa em 2030!!

Fonte: MedPage Today



Se a epidemia de obesidade continuar crescendo sem controle, 50% da população adulta dos EUA será obesa (IMC >30) em 2030.

Dados do National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES) de 1988 a 2008 permitem uma projeção de mais de 65 milhões de adultos obesos nos EUA nessa época. Entre homens e mulheres de 40 a 50 anos, aproximadamente 60% serão obesos!

Ainda com esses dados, é possível prever os seguintes impactos na saúde:
  • 6 a 8,5 milhões de pessoas com diabetes
  • 5,7 a 7,3 milhões de novos casos de doenças do coração e derrame
  • 490 a 670 mil novos casos de câncer
A Grã-Bretanha é outro país com aumento progressivo da incidência de obesidade. Os índices são menores que os americanos, mas com a mesma velocidade de aumento. Mantendo-se as taxas atuais, em 2030, 40% dos homens e 35% das mulheres serão obesos.

Um achado importante do estudo foi o aumento expressivo de obesidade em pessoas com mais de 60 anos. Dos 65 milhões de obesos em 2030, 24 milhões estarão nessa faixa etária. Essa população já é a mais doente e mais cara em termos de custos com saúde. Os efeitos na saúde e também na economia serão imensos.


Faça sua parte, cuide da sua saúde, coma direito e faça atividade física. Não deixe o Brasil entrar nessa estatística também!!!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Dieta e exercício são fundamentais!!!

Se você ainda não se convenceu que reeducação alimentar e atividade física regular são o passo inicial para perder peso e ganhar saúde, veja a reportagem do Fantástico:

http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1665804-15605,00.html

Depois de 90 dias, Zeca e Renata perdem quilos e ganham saúde

Renata adotou de vez a bicicleta e conseguiu subir pedalando o caminho até o Cristo Redentor. Zeca, por sua vez, conseguiu dar uma volta inteira na Lagoa.

Renata Ceribelli e Zeca Camargo voltaram aos consultórios médicos para saber os resultados dos exames e descobrir se depois de três meses entraram ou não na medida certa.

. Veja o antes e o depois dos apresentadores
. Assista todos os episódios
. Internautas entram no clima do Medida Certa
. Zeca e Renata convocam público para caminhada

E o Márcio Atalla não contou para quantos quilos eles perderam. A temida subida na balança rolou no domingo no Fantástico.

Muita coisa mudou nesses três meses: na forma física e na alimentação. Agora eles não são mais turistas na academia. Renata Ceribelli adotou de vez a bicicleta e conseguiu subir pedalando o caminho até o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Zeca Camargo, por sua vez, conseguiu dar uma volta inteira na Lagoa Rodrigo de Freitas. E até a série de exercícios para que o Atalla passou para fazer em casa viraram tarefa fácil. Inclusive pular corda!

Depois de 90 dias reprogramando o corpo, eles perderam quilos e ganharam saúde.


Tenha sempre na cabeça que o cuidado com a saúde é para sempre! Dieta e exercício não tem data para acabar!!!!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Como cuidar do pé diabético?

Você já ouviu falar em "pé diabético"?
Essa é uma condição muito grave que ocorre em pacientes diabéticos. É mais comum naqueles com doença com muitos anos de evolução, mas também ocorre no diabetes com poucos anos mas controle ruim. O mais importante é que é uma complicação que pode ser evitada.

Infecções ou problemas na circulação nos membros inferiores estão entre as complicações mais comuns em quem tem diabetes mal controlado. Calcula-se que metade dos pacientes com mais de 60 anos apresente o chamado “pé diabético.

Quando as taxas de glicose permanecem altas durante muitos anos, os nervos do corpo começam a ser afetados, o que chamamos de neuropatia. Como consequência, podem surgir úlceras, infecções, isquemia, trombose. Se não for tratado, o pé diabético pode levar à amputação.  Segundo o Ministério da Saúde, 70% das cirurgias para retirada de membros no Brasil têm como causa o diabetes mal controlado: são 55 mil amputações anuais.

Manter a taxa glicêmica sob controle e fazer exames regulares são fundamentais para evitar tais complicações.

  • Sintomas: formigamentos; perda da sensibilidade local; dores; queimação nos pés e nas pernas; sensação de agulhadas; dormência;  fraqueza nas pernas. Tais sintomas podem piorar à noite, ao deitar. Normalmente a pessoa só se dá conta quando está num estágio avançado e quase sempre com uma ferida, ou uma infecção, o que torna o tratamento mais difícil devido aos problemas de circulação.
  • A prevenção é a maneira mais eficaz de evitar a complicação. As medidas principais são manter os níveis da glicemia controlados, fazer exame visual dos pés diariamente e avaliação médica periódica.
  • O paciente deve examinar os pés diariamente em um lugar bem iluminado. Quem não tiver condições de fazê-lo, precisa pedir a ajuda de alguém.  Deve-se verificar a existência de frieiras; cortes; calos; rachaduras; feridas ou alterações de cor. Uma dica é usar um espelho para se ter uma visão completa. Nas consultas, deve-se pedir ao médico que examine os pés. O paciente deve avisar de imediato o médico sobre eventuais alterações.
  • É preciso manter os pés sempre limpos, e usar sempre água morna, e nunca quente, para evitar queimaduras. A toalha deve ser macia. É melhor não esfregar a pele. Mantenha a pele hidratada, mas sem passar creme entre os dedos ou ao redor das unhas. 
  • Use meias sem costura, de preferência brancas (que ficarão sujas se houver uma lesão). O tecido deve ser algodão ou lã, evitar sintéticos, como nylon. 
  • Antes de cortar as unhas, o paciente precisa lavá-las e secá-las bem. Para cortar, usar um alicate apropriado, ou uma tesoura de ponta arredondada.  O corte deve ser quadrado, com as laterais levemente arredondadas, e sem tirar a cutícula. Recomenda-se evitar idas a manicures ou pedicures, dando preferência a um profissional treinado, o qual deve ser avisado do diabetes.  O ideal é não cortar os calos, nem usar abrasivos.
  • Os pés devem estar sempre protegidos, inclusive na praia e na piscina. Os calçados ideais são os fechados, macios, confortáveis e com solados rígidos, que ofereçam firmeza. Antes de adquiri-los, é importante olhar com atenção para ver se há deformação.  As mulheres devem dar preferência a saltos quadrados, que tenham, no máximo, 3 cm de altura. É melhor evitar sapatos apertados, duros, de plástico, de couro sintético, com ponta fina, saltos muito altos e sandálias que deixam os pés desprotegidos. Além disso, recomenda-se a não utilização de calçados novos, por mais de uma hora por dia, até que estejam macios.

Pacientes com diabetes tipo 1 e tipo 2 devem devem passar, regularmente, por uma avaliação dos pés. Não deixe de ir ao seu endocrinologista!!!


segunda-feira, 21 de março de 2011

O preconceito contra o obeso

 


Pacientes com diabetes melito e hipertensão arterial terão direito a receber alguns remédios de graça no Brasil. Sem dúvida nenhuma, isso representa um grande avanço na política de saúde do nosso país. Coisa de Primeiro Mundo!
Mas, ao mesmo tempo, a nossa Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) convoca uma consulta pública para, segundo ela, proibir a comercialização de medicamentos contra a obesidade que funcionam diminuindo o apetite.

Qual é a conexão entre as duas notícias? Simplesmente que o grande fator para hipertensão arterial e diabetes melito é o excesso de peso: mais de 80% dos hipertensos e mais de 90% dos indivíduos com diabetes do tipo 2, aquele que em geral aparece na idade adulta, e que como regra não necessita de insulina, têm excesso de peso.

A que se deve essa incoerência entre prestigiar os remédios contra as consequências (hipertensão e diabetes melito) e condenar os remédios que combatem as causas? Basicamente, a meu ver, é o preconceito contra os obesos, contra os remédios que podem tratá-los e contra os médicos que os tratam.

Venho convivendo com pacientes com excesso de peso há mais de 40 anos. Quando me formei, em 1966, não tinha tido uma única aula sobre obesidade. Só na década de 80 foi que, tendo ficando óbvio que o crescimento da obesidade vinha atingindo proporções epidêmicas, o mundo científico passou a atentar para a doença. Doença, sim!

Doença nas causas, pois é muito mais que falta de força de vontade, desleixo, falta de autoestima, etc., e sim resultado de vários fatores, desde alterações químicas no cérebro a defeitos no metabolismo energético, além de ser também causa de outras doenças (enumerá-las preencheria todo o texto...).

Não houve consideração com a sibutramina, medicamento usado há cerca de 15 anos, bastante útil em aproximadamente 50% dos casos e contraindicada para cerca de 10% dos pacientes obesos (portadores de hipertensão arterial não controlada, arritmia cardíaca, problemas coronarianos ou com história anterior de derrame cerebral. Tudo está na bula do remédio!).

O medicamento foi afastado do mercado na Europa e nos EUA. E, repito, para a maioria das pessoas, inclusive as que participam das agências reguladoras, a obesidade não é doença, é quadro psiquiátrico, não precisa de medicamentos e o problema é resolvido simplesmente com dieta e atividade física. Pura falácia!

No Hospital das Clínicas, onde contamos com um ambulatório pioneiro na América Latina, e no qual foram ou vêm sendo atendidos cerca de 10 mil pacientes, 90% deles tomam remédios. No geral, têm melhora acentuada de quadros.

Para qualquer doença, de qualquer especialidade, a tolerância com os remédios é muito maior. Por quê? Porque essas doenças são consideradas importantes. E obesidade, para boa parte das agências reguladoras, não é. Ou é, mas não necessita de medicamentos.

Enfim, militando há anos nessa área, sinto-me seguro em dizer que o obeso é discriminado e vítima de preconceitos, e que isso tem que mudar. Espero que o movimento intenso que todas as sociedades médicas vêm fazendo contra essa tentativa de abolição da sibutramina e dos anfetamínicos seja passo importante para essa mudança!

ALFREDO HALPERN é professor livre-docente de endocrinologia da Faculdade de Medicina da USP.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Pesquisadores criam índice para calcular obesidade



   


Novo método desenvolvido nos EUA mede percentual de gordura com mais precisão do que o IMC

RICARDO BONALUME NETO
DE SÃO PAULO

O Índice de Massa Corporal (IMC), usado para medir o grau de magreza ou obesidade de uma pessoa, tem quase 200 anos de idade e defeitos.
Oito pesquisadores liderados por Richard Bergman, da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles, criaram "Um Índice Melhor de Adiposidade do Corpo". Esse é o título do artigo científico em que descrevem o método, na revista médica "Obesity".
O novo método chama-se Índice de Adiposidade Corporal (IAC) e usa uma equação e apenas duas medidas -a circunferência do quadril e a altura da pessoa- para chegar à porcentagem de gordura no corpo.
O método tradicional de calcular é obtido ao se dividir o peso da pessoa em quilos pelo quadrado de sua altura em metros. [veja ilustração]
O velho índice foi criado em 1832 pelo matemático e astrônomo belga Lambert Adolphe Jacques Quetelet (1796-1874). O Índice de Quetelet foi rebatizado de IMC em 1972, e depois adotado pela Organização Mundial de Saúde como um método simples de medir a obesidade.


SÓ PARA MAIORES O IMC é impreciso, pois não leva em conta o sexo ou a massa muscular (mulheres têm mais gordura; e músculos pesam mais que gordura). Também não é adequado para menores de 18 anos.
Saber a prevalência de obesidade em uma população é importante em termos de saúde pública. Trata-se de fator de risco para doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, hipertensão e câncer.
Por exemplo: estudo com 24.508 pessoas de 45 a 79 anos, no Reino Unido, revelou que 1.708 homens e 892 mulheres desenvolveram doença coronária cerca de nove anos depois. Homens com as maiores cinturas em relação aos seus quadris tiveram 55% maior chance de desenvolver a doença; entre elas, o risco foi 91% maior.
Bergman e colegas testaram várias equações para checar qual corresponderia melhor à realidade. Eles tinham a porcentagem de gordura no corpo de duas populações estudadas antes, uma de 1.733 americanos descendentes de mexicanos, outra de 223 afro-americanos.
A gordura tinha sido medida por uma técnica de raio-X, a DXA (sigla em inglês para Absorciometria de Raios-x de Dupla Energia).
A fórmula conseguiu prever com precisão a gordura corporal nos casos acima de 20%; nos casos de gordura de 25% a 30%, a precisão foi total, erro de 0% na estimativa. Apenas nos casos de adiposidade abaixo de 10% a equação não foi tão precisa, indicando um erro de 17,4% a mais de gordura.
"O número de pessoas estudadas ainda é pequeno para generalizar para a população mundial", diz a brasileira Rosana Radominski, presidente da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica). "O percentual de gordura é muito relativo."
Entre o grupo de mexicanos-americanos, o porcentual de gordura medido pela técnica DXA variava de 8,7% a 61,2% da massa corporal. "Acima de 32% já há excesso, 60% vai ser sempre negativo", afirma Radominski.
Os extremos em saúde não costumam ser positivos. "Mas o porcentual pequeno de gordura em um atleta com massa muscular grande não é ruim", diz a médica; afinal, músculo pesa mais, e o atleta tem boa saúde geral.
Já em uma adolescente normal, esse mesmo porcentual de gordura pode significar que a garota está subnutrida e até incapaz de menstruar, com risco grave de desenvolver anorexia.
Os autores do estudo reconhecem que é preciso mais medidas e de diferentes populações para validar o novo índice.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Proibição de emagrecedores gera polêmica entre especialistas

O que você acha da proibição dos medicamentos para controle da obesidade? Dê sua opinião! Tire suas dúvidas!

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está analisando a proibição da venda de inibidores de apetite à base de sibutramina e os anfetamínicos. Segundo a Agência, os remédios trazem mais riscos do que benefícios. A medida, no entanto, está gerando polêmica entre os especialistas.
VEja reportagem no site da UOL e informe-se sobre esse assunto.

Um arroz delicioso e saudável para completar qualquer refeição!

ARROZ INTEGRAL LIGHT AO CURRY

Sem nenhum mistério, esta é uma receita tão fácil de fazer que até criança prepara. Claro, com a supervisão de um adulto.

Tempo de preparo: Pá Pum
Serve: 4 porções
POR PORÇÃO: 174 CALORIAS

Ingredientes
1 xícara (chá) de arroz integral
2 1/4 xícaras (chá) de água
2 colheres (chá) de curry em pó
1 pitada de sal

Modo de Preparo

1. Num recipiente refratário, coloque todos os ingredientes e misture bem.
2. Cubra o recipiente com filme-plástico e faça 4 furinhos com um palito.
3. Leve o recipiente ao microondas e deixe cozinhar por 27 minutos, em potência alta.
4. Retire o recipiente do microondas e deixe descansar por 5 minutos. Retire o filme-plástico e sirva a seguir.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Mais uma receita deliciosa para sua saúde!

 

Peixe branco sobre lentilhas com espinafre

 
Este prato é uma refeição completa. Rico em ômega 3, fibras e vitaminas do complexo B, este prático peixe ainda fica pronto em menos de 1 hora.

Autor: Panelinha 
http://panelinha.ig.com.br/site_novo/home/index.php

Tempo de preparo: Pá Pum
Serve:
 

Para a lentilha

Ingredientes

1/2 xícara (chá) de lentilha
1/2 cebola pequena picada
1 dente de alho
1/2 colher (sopa) de óleo de canola
1 xícara (chá) de folhas de espinafre (aperte bem as folhas lavadas para medir corretamente)
1 colher (chá) de sal 


Modo de Preparo

1. Numa panela média, coloque o óleo e leve ao fogo médio. Quando esquentar, junte a cebola, o alho e refogue até a cebola ficar transparente. Acrescente o cominho, a lentilha e o sal. Misture bem e acrescente 2 xícaras (chá) de água. Quando ferver, abaixe o fogo. Deixe cozinhar por 20 minutos com a tampa entreaberta.

2. Acrescente o espinafre e deixe cozinhar por mais 10 minutos, até secar a água.

 

Para o peixe

Ingredientes

2 filés de peixe branco (robalo, pescada, etc.)
1 colher (chá) de endro fresco
1 colher (chá) de tomilho fresco
1 colher (chá) de hortelã fresca
1/4 xícara (chá) de vinho branco seco
1/2 colher (chá) de sal
1 pitada de pimenta branca 

 

Modo de Preparo

1. Preaqueça o forno a 180°C (temperatura média).

2. Enrole os filés de peixe. Corte uma folha quadrada do papel-alumínio e coloque dentro de uma assadeira. Coloque os peixes no centro e levante as pontas da folha (para o vinho não escorrer). Salpique os rolinhos com as ervas e regue com o vinho. Feche as pontas de modo a formar uma trouxinha bem vedada e leve ao forno por 12 minutos.

3. Numa panelinha, aqueça as lentilhas e o espinafre e divida em dois pratos.

4. Retire a assadeira do forno, abra o papel-alumínio com cuidado para não se queimar, retire o peixe, tempere com o sal e a pimenta-branca e coloque sobre as lentilhas. Sirva imediatamente.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Dicas para diabéticos 6

Quando precisar tomar outros medicamentos

Os pacientes diabéticos, em geral, têm muito receio de tomar outros medicamentos além dos usuais para o próprio diabetes. Mas, de vez em quando, é preciso usar um antibiótico ou anti-inflamatório, por exemplo, por algum outro problema de saúde.

É importante sempre lembrar de dizer ao médico que está te antendendo que você é diabético. Peça instruções de como controlar seu diabetes se precisar tomar medicamentos que aumentem a glicemia e tome de acordo com a prescrição. Nunca tome medicamentos por conta própria!

  • Medicamentos que contenham corticóides podem aumentar muito a glicemia e devem ser tomados com orientação médica e com medidas frequentes da glicemia capilar. Corticóides injetáveis tem um efeito ainda mais prolongado, por vários dias, podendo manter a glicemia elevada por mais tempo.
  • Anti-inflamatórios são prejudiciais para o rim, portanto devem ser usados com muito cuidado. Pacientes diabéticos têm mais predisposição para problemas renais.
  • Alguns xaropes podem conter açúcar na composição, contribuindo, também, para aumentar a glicemia.

Mas lembre-se: a própria infecção ou inflamação aumenta muito a glicemia, piorando o controle do diabetes! Então, o uso desses medicamentos é necessário, desde que com orientação médica.
Não deixe que um outro problema de saúde atrapalhe seu controle do diabetes, procure sempre seu endocrinologista!!